04/11/2009

À Thayze Luck

A cigana que leu a minha mão
Tornou-me seu servo
Rebelde que sou e que sempre fui
Servo seu não posso ser

A cigana que leu a minha mão
Tornou-me seu servo
Rebelde que sou
Seu servo não posso ser

Seus cabelos longos e pretos
Seduzem a os que firmemente admiram-se
Sua pele clara se comporta ao belo negro do cabelo

EMANCIPA-SE A VOZ
E OS CORPOS ARREPIA

03/11/09
22:15

3 comentários:

Tavares Neto disse...

Ôoooo ^^ Perfeito ^^
Adorei isso \o/

Aristedes disse...

É ............................
Meu primeiro comentário
Parabens Thayze , vc foi a primeira .Nunca esquecerei.

Oriona disse...

Ao jovem poeta deixo meu abraço e muito amor! Parabens pelo poema!